com a língua em riste desarmo pequenas armadilhas no pomar dessa relva pubiana e lanço chamas no convexo de tuas virilhas onde clitorianas ilhas submergem sob a maré alta da saliva.
trago no peito aliterações monossilábicas do fonema dor trago metáforas e rítmicas distorções onomatopéicas metonímias pleonásticas prosopopéias que carrego do oxítono amor.